O monitoramento de vibração sem fio tem despertado a atenção de fabricantes, gerentes de plantas e investidores.
O setor industrial normalmente não é tão suscetível a tendências passageiras quanto o mercado de consumo. No entanto, é natural que os líderes do setor queiram saber se o crescente foco no monitoramento de vibração sem fio representa um novo procedimento operacional padrão.
Na I-care, já estamos observando os impactos dessa transformação em diversos setores estratégicos. Veja tudo o que você precisa saber sobre o monitoramento de vibração sem fio e como adotar esse novo padrão com as tecnologias avançadas da I-care.
Por que o monitoramento sem fio está ganhando espaço
O monitoramento de vibração ajuda as equipes de manutenção industrial a identificar anomalias que podem causar danos aos equipamentos e falhas graves. Os dispositivos de monitoramento sem fio da I-care são especialmente atraentes pela flexibilidade e pelo custo-benefício que oferecem.
A migração para sensores sem fio elimina muitos dos desafios de instalação e manutenção associados aos sistemas cabeados. Também permite que as empresas ampliem a manutenção preditiva (PdM) com mais facilidade para diferentes ativos e plantas.
Depois que uma empresa implementa o software e a infraestrutura necessários para oferecer suporte a dispositivos de Internet das Coisas (IoT), adicionar novos sensores se torna um processo relativamente simples e econômico.
Com o rápido crescimento da demanda, vimos uma onda de novos fornecedores entrar nesse mercado. Alguns oferecem hardware, enquanto outros fornecem apenas soluções de software. Um grupo seleto, incluindo a I-care, oferece soluções completas que combinam hardware e software. E a I-care é a única capaz de complementar essa oferta com uma expertise robusta.
O diferencial da I-care: criada a partir da experiência em serviços para entregar resultados
A liderança da I-care no mercado de monitoramento de vibração sem fio tem origem em nossa experiência em serviços. Nossos 600 engenheiros mecânicos acumulam décadas de experiência em campo e compreendem os desafios específicos enfrentados pelas organizações industriais. Aproveitamos essa expertise para desenvolver um sensor que gera valor duradouro e um sólido retorno sobre o investimento.
Cada componente do nosso sistema sem fio foi desenvolvido para fornecer insights acionáveis. A plataforma captura dados brutos e utiliza IA para analisar grandes volumes de informações com alto nível de eficiência e precisão.
Nossos sensores são simplesmente melhores
Os sensores de vibração sem fio da I-care são simplesmente melhores que os da concorrência. Nossos dispositivos foram desenvolvidos do zero para superar as limitações que identificamos no mercado. Por isso, conquistamos três patentes exclusivas:
- Tecnologia de detecção piezoelétrica: a I-care utiliza materiais piezoelétricos avançados para detectar até as vibrações e anomalias rotacionais mais sutis
- Sobreamostragem de alta frequência e alta resolução: nossos sensores coletam dados relevantes por meio de sobreamostragem intencional em alta frequência
- Gerenciamento avançado de energia: nossos sensores têm garantia de cinco anos, o que significa menos paradas e menores custos ao longo do ciclo de vida
A I-care produziu mais de 100.000 sensores em 2024 e atualmente fabrica 2.000 novos sensores por dia. Nossa equipe está ampliando rapidamente sua capacidade para atender à crescente demanda por tecnologia de monitoramento de vibração sem fio.
Por que o monitoramento de vibração sem fio precisa se tornar um procedimento operacional padrão
O monitoramento de vibração sem fio deixou de ser opcional. Ele desempenha um papel fundamental nas estratégias de manutenção inteligente e pode ajudar a otimizar o ciclo de vida de cada ativo. As plantas industriais que estão à frente já tratam o monitoramento de vibração sem fio como um procedimento operacional padrão. Faça parte desse movimento com a I-care e aproveite nossa tecnologia exclusiva de sensores.
Este artigo foi escrito por Maxime Limbourg, VP de Marketing do I-care Group.
